O aproveitamento de quase 70% nos 25 jogos que o Atlético disputou sob o comando do técnico Ricardo Drubscky na Série B do Campeonato Brasileiro, e que levaram o Furacão a conquistar o acesso para a Primeira Divisão, foi um dos principais fatores que levaram a diretoria rubro-negra a renovar o contrato com o treinador. Não é à toa. Dos que treinaram o clube recentemente, Drubscky tem um desempenho inferior apenas ao de Geninho em 2011, quando ele conquistou 83% dos pontos e dirigiu a equipe em jogos pelo Campeonato Paranaense e pela Copa do Brasil.

 

No ano passado, aliás, o Atlético foi rebaixado para a Série B e teve nada menos do que seis treinadores. Com exceção de Geninho, Sério Soares, Adilson Batista, Leandro Nieheus, Renato Gaúcho e Antônio Lopes não apresentaram desempenhos satisfatórios à frente da equipe rubro-negra.
Neste ano, o uruguaio Juan Ramón Carrasco dirigiu o time no Campeonato Paranaense e no início do Campeonato Brasileiro, atingindo a marca de 67% de rendimento. Jorginho, que assumiu a equipe depois da primeira passagem de Drubscky na Série B, teve 48% de aproveitamento no comando de sete partidas do Atlético na Segunda Divisão.