O Palmeiras enfrenta a Chapecoense neste domingo, às 18h30, na Arena Condá, em Chapecó (SC), pela 29.ª rodada do Campeonato Brasileiro, como a primeira parte de uma trilogia contra equipes que já foram superadas no primeiro turno – os outros dois são Ponte Preta e Avaí. Nesta sequência, o time planeja conseguir os mesmos nove pontos que fez no turno. A ideia é consolidar a posição no G4 e ampliar a vantagem para o quinto colocado. Hoje é de apenas dois pontos para o Santos (45 a 43).

No início do mês de julho, o Palmeiras venceu a Chapecoense e Ponte Preta por 2 a 0 e fez 3 a 0 no Avaí. O momento dos rivais, no entanto, é diferente. A equipe de Campinas, por exemplo, soma quatro vitórias seguidas e está em ascensão. Além disso, serão dois jogos fora de casa contra os catarinenses. “A Chapecoense já demonstrou muita força em casa. Já disputei o Catarinense e sei bem como é jogar lá dentro”, disse o volante Andrei Girotto.

Para dar uma ideia da importância da sequência, o técnico Marcelo Oliveira faz comparação com o bicampeonato que conquistou com o Cruzeiro. “Quando me perguntaram sobre as duas conquistas do Cruzeiro, eu dizia que era muito importante um aproveitamento alto em casa e ter acima de 50% fora”, explicou o treinador. “Era importante ganhar dos concorrentes que não brigariam pelo título porque teríamos dificuldades em jogos mais pesados”, afirmou.

Ele tem duas dúvidas para definir o time: Robinho e Zé Roberto. O primeiro foi substituído na etapa inicial do jogo da última quarta-feira contra o Internacional por causa de dores musculares e treinou apenas na academia; o segundo saiu muito desgastado da partida. Thiago Santos está suspenso. O treinador já definiu eventuais substitutos de Robinho e Zé Roberto. “Ainda não temos a definição sobre Robinho e Zé Roberto. Se não for o Zé Roberto, vamos colocar o Egídio, que foi muito bem no penúltimo jogo. O Rafael Marques ocupará a vaga do Robinho caso ele não possa jogar”.

Depois de uma longa instabilidade, a defesa do Palmeiras melhorou na avaliação do treinador. Jackson e Vitor Hugo foram bem no clássico contra o São Paulo e no jogo contra o Internacional, em Porto Alegre. Apesar dos problemas na vitória sobre o time gaúcho no Allianz Parque, quando chegou a ceder o empate depois de fazer 2 a 0, o treinador está satisfeito. “Diminuiu bastante o erro na defesa. O Vitor Hugo está muito firme e colaborando até no setor ofensivo. O Jackson deu uma afirmada. A ação do time e dos volantes tem ajudado”.