O caminho que leva da estação de metrô ao estádio de Yokohama está permeado do “jeitinho japonês”, como diria algum ministro.

Cerca de 500 m antes da entrada principal do estádio Internacional de Yokohama, dois japoneses vendem camisas de vários clubes, todas falsificadas e de times sem nenhuma relação com o Mundial.

Por 3.000 ienes (cerca de R$ 72) é possível encontrar camisas de jogadores do Barcelona, Real Madrid e até do Paris-Saint German (com o nome de Ibrahimovic). Messi e Cristiano Ronaldo são destaque.

Entre as seleções, Alemanha, Argentina e Brasil estão prestigiadas pelo vendedor pirata (Kaká, Luis Fabiano e Maicon representavam os brasileiros).

A 300 m do estádio, outro discreto nipônico tenta vender entradas. “Tem para todos os setores”. A mais barata, que custa 7.000 ienes na bilheteria, fica só 9.000 na mão do cambista.

Já na fan fest oficial da Fifa, as camisas do Corinthians (não oficiais) continuam a venda. Agora, sem nenhum logo de patrocinador.