O meia Paulo Henrique Ganso participou das jogadas dos gols da seleção brasileira no empate por 2 a 2 com o Paraguai, sábado, em Córdoba, pela segunda rodada do Grupo B da Copa América, mas revelou ainda não estar satisfeito com seu rendimento na competição. Nesta segunda-feira, o jogador do Santos avaliou que ainda precisa evoluir e errar menos passes.

“A minha autocrítica é que tenho errado muitos passes na hora de deixar os atacantes na cara do gol. Tem sido um erro”, avaliou Ganso, ressaltando que acredita ter se saído melhor diante do Paraguai do que na estreia na Copa América, quando o Brasil também empatou com a Venezuela. “Não sei quanto, mas sei que melhorei bastante, quero continuar com isso, na quarta-feira [contra o Equador] quero render mais ainda”, disse.

Participando de sua primeira competição oficial pela seleção brasileira, Ganso garante que não teme que ele e outras promessas quem marcados por uma possível eliminação na primeira fase da Copa América. “Mesmo que ocorra a derrota, não vai marcar. São grandes jogadores, de muita qualidade, com futuro brilhante”, comentou.

Ganso garantiu que a cobrança pública feita pelo zagueiro Lúcio, que pediu mais seriedade do grupo da seleção brasileira, não incomoda. “O Lúcio é um espelho para todos nós da seleção, nos passa sua experiência, é o nosso capitão e o mais velho”, afirmou.

Na estreia na Copa América, contra a Venezuela, Ganso foi o único meia escalado por Mano Menezes na seleção brasileira. Já diante do Paraguai, o treinador optou por Jadson no lugar de Robinho para auxiliar o santista na armação. O jogador evitou revelar qual é o seu esquema parecido. “Fico à vontade com os dois esquema e o Mano vai saber optar”.

Após a disputa de duas rodadas do Grupo B, a Venezuela lidera a chave com quatro pontos. O Brasil divide a segunda colocação com o Paraguai, com dois pontos, e enfrenta na próxima quarta-feira o lanterna Equador, que somou apenas um ponto.