Esperado com grande expectativa no Santos para a segunda partida da decisão da Libertadores, diante do Peñarol, na quarta-feira, no Pacaembu, o meia Paulo Henrique Ganso deve ser oficialmente liberado para o jogo nesta segunda-feira. Recuperado de uma lesão muscular na coxa direita, o jogador passará por um último teste físico à tarde, após a reapresentação do grupo.

O aproveitamento do jogador, no entanto, deve ser restrito. Sem atuar desde o dia 8 de maio, quando lesionou-se na primeira partida da final do Campeonato Paulista, contra o Corinthians, Ganso voltou a treinar na última semana, mas não deve ter condições de atuar os 90 minutos do confronto.

“Noventa minutos é difícil de prever. Ele está há seis semanas afastado. Já está correndo há 10 dias, então conseguiu manter certo preparo físico, mas é difícil prever que ele consiga atuar os 90 minutos”, declarou o médico do Santos, Maurício Zenaide. “É difícil depois do tempo que ele ficou afastado ter condições de jogar os 90 minutos. O Ganso será reavaliado agora à tarde, mas ele está muito bem”, completou, em entrevista à rádio Estadão ESPN.

Com a provável impossibilidade de contar com o meia durante todo o jogo, caberá a Muricy Ramalho decidir se ele começa como titular ou entra no decorrer da partida. “O Paulo não sente mais dores. Passando na última avaliação sem problemas, ele será reintegrado ao grupo. A partir daí, cabe ao Muricy escalá-lo ou não”, disse Zenaide.

Além de Ganso e Edu Dracena, que volta após cumprir suspensão, o treinador deve ter o retorno do lateral-esquerdo Léo, recuperado de lesão. Já o lateral-direito Jonathan e o atacante Maikon Leite, ainda contundidos, não devem ter condições de jogo até quarta-feira.

“Quanto ao Jonathan é uma situação um pouco mais complicada, assim como a do Maikon Leite, porque os dois ainda não trabalharam com bola. Mas ainda vamos aguardar até a próxima terça, quando definiremos se é possível liberá-los ou não”, concluiu o médico.