A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e o ministério do Esporte apresentaram neste terça-feira, em São Paulo, o projeto que pretende dar condições de o Brasil brigar por medalhas nas seis disputas olímpicas do hipismo nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Com verba do ministério a CBH promete manter 42 conjuntos nas três categorias da modalidade: salto, adestramento e CCE.

De acordo com o ministério, a equipe de salto, treinada por Rodrigo Pessoa, vai receber um repasse de R$ 1,6 milhão, que vai custear a participação do Brasil em competições internacionais. Serão formados 13 conjuntos, divididos em três equipes, uma delas de base.

Nas outras categorias o funcionamento da parceria é parecido. O adestramento vai receber o maior aporte, de quase R$ 3 milhões, que vai permitir à modalidade competir em três competições internacionais em 2013, com 16 conjuntos e quatro equipes. Já o CCE (Concurso Completo de Equitação) vai receber R$ 1,8 milhão, para formar três equipes, num total de 13 conjuntos.

“A equipe do hipismo tem condições reais de chegar lá. É formada não só por campeões com chances de medalha hoje, mas também por uma equipe de base, para reforçar a presença brasileira na modalidade, dando condições reais de o Brasil competir com os melhores representantes do mundo. É um esporte que precisa de recursos mais vultosos para o atleta”, comentou Ricardo Leyser, secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento.

O presidente da confederação, Luiz Roberto Giugni, os atletas vão receber condições para brigar por medalhas. “Pela primeira vez teremos preparadores físicos, nutricionistas e psicólogos, uma equipe de alto gabarito que dará o melhor suporte aos atletas.” A ideia do projeto é aumentar a confiança dos proprietários de cavalos e estimulá-los a investir mais nos animais para o esporte de alto rendimento.