O ouro de Diego Hypolito no solo não foi a única medalha conquistada pela ginástica artística masculina do Brasil no primeiro dia de finais da etapa de Cottbus da Copa do Mundo, na Alemanha. Henrique Medina Flores brilhou e garantiu a prata nas argolas.

Henrique é amigo de infância de Arthur Zanetti e enteado do técnico do campeão olímpico, Marcos Gotto. Também especialista nas argolas, recebeu nota 15,366 em sua apresentação na final deste sábado, sendo superado apenas por Igor Radivilov, da Ucrânia, que levou 15,500.

Como nos Jogos Olímpicos do Rio o Brasil tem como prioridade o quadro de medalhas, Henrique briga por uma vaga na equipe brasileira de ginástica, que terá cinco atletas. Com uma apresentação de 15,366, como de Cottbus, ele seria 11.º do Mundial do ano passado.

O brasileiro, entretanto, tem uma das séries com maior nota de dificuldade do mundo – mais alta do que do próprio Zanetti – e, acertando a apresentação, pode brigar por medalha.

Além de Henrique e Diego, o Brasil teve mais dois representantes nas finais deste sábado. Ângelo Assumpção foi sétimo no solo, com 14,066, e Fellipe Arakawa ficou na mesma colocação nas argolas, com 14,033. Os dois são dos mais jovens da seleção e têm como foco principal os Jogos de 2020.