São Leopoldo – Tudo que se possa imaginar em termos de títulos no vôlei, o Brasil já conquistou: campeonato mundial, copa do mundo, Liga Mundial, Copa dos Campeões, Jogos Olímpicos, Sul-Americanos, Pan-Americanos, Copa América… Esta última, por exemplo, que é a competição em questão, o Brasil venceu três das quatro edições já realizadas. Mas há um porém, que até servirá como um incentivo a mais para o grupo comandado pelo técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho: nosso País jamais sagrou-se campeão da Copa América jogando frente à sua torcida.

E a oportunidade para alcançar mais esta conquista começa a se desenhar hoje, quanto o Brasil estréia pela quinta edição da competição diante de seu maior adversário na América do Sul, a Argentina. O jogo será às 20h15, no ginásio Celso Morbach, em São Leopoldo.

O curioso é que o Brasil só não foi campeão da Copa América justamente na única edição realizada no país, na cidade de São Bernardo (SP), em 2000, quando ficou com o vice-campeonato ao ser superado por Cuba na final. Os três títulos foram conquistados em 98, na Argentina, em 99, nos Estados Unidos, e em 2001, novamente na Argentina.

Bernardinho era o técnico nessa última conquista, exatamente no ano em que assumiu a seleção masculina. Ele admite que não lembrava do fato de o Brasil ainda não ter sido campeão da Copa América em casa. "Sabemos que será mais uma competição difícil, porque os adversários mais do que nunca querem vencer o Brasil. Mas tentaremos fazer o melhor possível para ganhar esse título dentro de nossa casa", diz o técnico.

O ponta Giba, que fez parte da seleção que deixou escapar o título da Copa América 2000, fala um pouco daquela experiência. "Estava lá em São Bernardo. Foi um pouco antes dos Jogos Olímpicos de Sidney. Perdemos, faz parte do jogo. E aqui, em São Leopoldo, onde nunca joguei, a pressão também será grande por estarmos jogando novamente em casa", diz Giba, acrescentando que Cuba e Venezuela são os adversários mais fortes nesta edição da Copa.

Quem tem a marca do pé-quente em Copas América é o capitão Ricardinho. "Joguei as três edições nas quais o Brasil foi campeão. Na de 2000, acabei cortado. Temos que entrar como se fosse um mundial", afirma Ricardinho.

Sobre a Argentina, que teve o vice-campeonato de 98 como melhor colocação na competição, o técnico Bernardinho admite conhecer pouco. "Estamos começando a ver essa equipe da Argentina agora. É um time que joga rápido. É um clássico também no voleibol. Mas a maior preocupação é com a perda de ritmo entre o título da Liga e agora", avalia Bernardinho.

Tudo que se possa imaginar em termos de títulos no vôlei, o Brasil já conquistou: campeonato mundial, copa do mundo, Liga Mundial, Copa dos Campeões, Jogos Olímpicos, Sul-Americanos, Pan-Americanos, Copa América… Esta última, por exemplo, que é a competição em questão, o Brasil venceu três das quatro edições já realizadas. Mas há um porém, que até servirá como um incentivo a mais para o grupo comandado pelo técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho: nosso País jamais sagrou-se campeão da Copa América jogando frente à sua torcida.

E a oportunidade para alcançar mais esta conquista começa a se desenhar hoje, quanto o Brasil estréia pela quinta edição da competição diante de seu maior adversário na América do Sul, a Argentina. O jogo será às 20h15, no ginásio Celso Morbach, em São Leopoldo.

O curioso é que o Brasil só não foi campeão da Copa América justamente na única edição realizada no país, na cidade de São Bernardo (SP), em 2000, quando ficou com o vice-campeonato ao ser superado por Cuba na final. Os três títulos foram conquistados em 98, na Argentina, em 99, nos Estados Unidos, e em 2001, novamente na Argentina.

Bernardinho era o técnico nessa última conquista, exatamente no ano em que assumiu a seleção masculina. Ele admite que não lembrava do fato de o Brasil ainda não ter sido campeão da Copa América em casa. "Sabemos que será mais uma competição difícil, porque os adversários mais do que nunca querem vencer o Brasil. Mas tentaremos fazer o melhor possível para ganhar esse título dentro de nossa casa", diz o técnico.

O ponta Giba, que fez parte da seleção que deixou escapar o título da Copa América 2000, fala um pouco daquela experiência. "Estava lá em São Bernardo. Foi um pouco antes dos Jogos Olímpicos de Sidney. Perdemos, faz parte do jogo. E aqui, em São Leopoldo, onde nunca joguei, a pressão também será grande por estarmos jogando novamente em casa", diz Giba, acrescentando que Cuba e Venezuela são os adversários mais fortes nesta edição da Copa.

Quem tem a marca do pé-quente em Copas América é o capitão Ricardinho. "Joguei as três edições nas quais o Brasil foi campeão. Na de 2000, acabei cortado. Temos que entrar como se fosse um mundial", afirma Ricardinho.

Sobre a Argentina, que teve o vice-campeonato de 98 como melhor colocação na competição, o técnico Bernardinho admite conhecer pouco. "Estamos começando a ver essa equipe da Argentina agora. É um time que joga rápido. É um clássico também no voleibol. Mas a maior preocupação é com a perda de ritmo entre o título da Liga e agora", avalia Bernardinho.

EUA x Canadá abrem a competição

São Leopoldo – Estados Unidos e Canadá abrem a primeira rodada da Copa América 2005. As seleções que se enfrentam às 18h, no ginásio Celso Morbach, em São Leopoldo, têm fórmula parecida para buscar uma classificação para as semifinais: uma mistura de jovens talentos e jogadores experientes.

Para o Canadá, do técnico Stelio de Rocco, será uma dupla estréia: na competição e na temporada. Para o seu primeiro jogo oficial do ano, o treinador aposta tanto no tarimbado Paul Duerden, há 12 anos na seleção, quanto dos novatos Fred Winters, (meio-de-rede de 21 anos) e Mike Munday (levantador, de 23).

"Este é o momento para desenvolver novos talentos. O vôlei do Canadá precisa muito de torneios como a Copa América para o aprendizado destes garotos", diz o treinador, que não teme a equipe americana. "Se encontrarmos nosso ritmo podemos vencer", finaliza.

Do outro lado da quadra estará o técnico Hugh McCutcheon. A postura dele, no entanto, é de cautela. "Cuba e Canadá são bons times. Creio que serão jogos complicados para nós. Trouxe alguns jovens que vêm se destacando. Para alguns, será a primeira competição oficial importante", comenta.