O atacante Hulk está feliz com a adoção pela torcida brasileira do personagem que leva seu nome. A fama do super herói tem crescido nos estádios e já se pode falar até em “Hulkmania”. “Vamos ver se isso pega. Quero ver alguns torcedores no Maracanã no dia 13”, afirma o jogador, titular absoluto da seleção e homem de confiança de Felipão.

Nos estádios, é possível ver fãs com a máscara do Hulk, com imagens ou até com parte do corpo pintada de verde. “De vez em quando eu vejo os torcedores quando estou no campo, mas é difícil olhar o tempo todo. Na televisão também vejo e fico feliz com o carinho da torcida”, admite.

Na partida do Brasil contra a Colômbia, por exemplo, o casal Reginaldo Filho e Renata Peixoto homenagearam o atacante no Castelão. O rapaz usava uma máscara do super herói e fazia cara feia para exaltar o personagem. “Coincidentemente, eu treino jiu-jítsu e meu apelido também é Hulk”, diz.

O jogador brasileiro vibra com o bom momento e sabe que isso só aumenta a festa nos estádios. “Isso é maravilhoso, é bom ver o reconhecimento da torcida. Fico feliz por isso, quero retribuir da melhor maneira possível e agradeço o carinho de todos”, afirma, triste apenas por ainda não ter marcado um gol no Mundial.

Ele chegou perto em algumas oportunidades e espera que consiga balançar as redes adversárias em breve. “Se eu puder escolher entre fazer o gol e ser campeão, melhor vencer. No penúltimo jogo eu fiz o gol, mas foi anulado, no outro o goleiro defendeu meu chute… Acho que está perto.”

Hulk está otimista em relação ao desempenho da seleção e coloca seu foco na decisão do torneio. “A gente vai ter o apoio da torcida lá em Belo Horizonte, como nos incentivaram contra o Chile, e esperamos fazer um grande jogo para avançar na competição. Numa Copa do Mundo, enfrentar qualquer seleção é uma guerra. Ninguém quer ficar pelo caminho, muito menos a gente, pois jogamos em casa. Queremos estar na final no Maracanã no dia 13”, finaliza.