Amanhã o futebol da Suburbana pode conhecer o seu novo campeão. Iguaçu e Trieste, o famoso clássico dos Italianos, jogam a partir das 16h30, e quem vencer ficará com a taça. E os dois lados contam com uma verdadeira legião de ex-jogadores profissionais para tentar ficar com o título.

Praticamente todo o elenco dos times já teve uma experiência no Trio de Ferro, formado por Atlético, Coritiba e Paraná Clube. Pelo lado do Iguaçu, os nomes são mais pesados, como o volante Léo Gago, que defendeu Coxa e Tricolor, e o atacante Pedro Oldoni, que foi revelado pelo Furacão.

Além deles, ainda têm o zagueiro Aderaldo e o meia e atualmente lateral-esquerdo Bruninho, que jogaram pelo Paraná Clube, o meia Wellington Baroni, que também passou pelo time paranista e também pelo J. Malucelli, o zagueiro Neto, que também passou pelo Jotinha, e o meia Russo, o mais desconhecido entre eles, que jogou por Paraná, Iraty e Maringá, entre outros.

Léo Gago defendeu o Coritiba e o Paraná Clube recentemente. Foto: Jonathan Campos
Léo Gago defendeu o Coritiba e o Paraná Clube recentemente. Foto: Jonathan Campos

Até mesmo o treinador do Iguaçu tem um vasto currículo no futebol paranaense. Trata-se de Luizinho Netto, que foi lateral-direito do Atlético nos anos 1990 e encerrou a carreira na equipe suburbana, passando a ser o comandante do time.

Do lado triestino, são 12 ex-profissionais. Os mais conhecidos são os laterais-direitos Raul, que começou no Furacão, mas fez a base no Coritiba e também teve passagem pelo Rio Branco, e Murilo, que jogou no Tricolor e no Rubro-Negro.

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Completam a lista os goleiros Juninho, ex-Coxa, e Rodrigão, ex-J. Malucelli, os zagueiros Linno, que passou pelo Maringá, e Ricardo Ehle, ex-Paraná e Jotinha, o volante Edson Grilo, que defendeu o Operário, os meias Evandro, ex-Jota, Robinho, que atuou pelo Prudentópolis, e Araújo, revelado no Tricolor, e os atacantes Marcelo Soares, que jogou no Foz do Iguaçu, e Rodrigo Tosi, outro que passou pelo time paranista.

Ou seja, experiência não falta para nenhum dos dois lados. Tanto Iguaçu quanto o Trieste também têm peças mais jovens, seguindo a tradição suburbana, que, embora seja chamada de futebol amador, cada vez mais vai mostrando qualidade e competência. Daquelas que às vezes não se encontra mais no que deveria ter no profissional.

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