Uma noite diferente. Já seria normalmente porque o Atlético estava voltando para casa, voltando a receber seu torcedor no estádio Joaquim Américo. Mas foi também um dia de dificuldades e tensão para quem estava lá para trabalhar, levar a informação para o leitor. O presidente do Atlético bem que tentou impedir que o leitor da Tribuna recebesse as informações de mais uma rodada da Copa do Brasil. Foi preciso inclusive ir à Justiça para conseguir entrar no estádio atleticano e poder acompanhar plenamente o jogo entre Atlético e América-RN.

Na noite de terça-feira, a diretoria atleticana informou que repórteres de jornais e sites não teriam acesso ao Joaquim Américo e enviou comunicados às redações avisando que os profissionais não tiveram o credenciamento autorizado. Não havia justificativa, apenas a informação que impedia os jornalistas de fazer seu trabalho. O Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM) foi à Justiça para que fosse permitido o direito de informar seu leitor.

No final da tarde, o juiz Victor Schmidt Figueira dos Santos, da 6ª Vara Cível de Curitiba, concedeu liminar favorável, considerando que a Tribuna teve cerceado seu direito de trabalho. O magistrado utilizou a Lei Pelé e a Constituição Federal em seu despacho, que foi levado ao Joaquim Américo por um oficial de Justiça já no decorrer da partida de ontem.

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