O goleiro Juninho acredita que o Paraná foi levado a essa situação por falta de organização. Um dos líderes do grupo, não tem papas na língua para chiar contra os constantes atrasos salariais. “Isso foi uma constante durante todo o ano. Não é fácil trabalhar assim e manter o grupo sempre mobilizado”, lembrou.

Todo essa quadro deixa o jogador reticente quando o assunto é uma eventual permanência na Vila Capanema. “É algo que vou ter que pensar. E muito”, disparou o jogador. “Eu e minha família gostamos muito da cidade. Minha filha se apaixonou pelo Paraná Clube. Isso tem um peso grande na decisão”, disse Juninho. “Mas também há a questão profissional. Torço para que surjam pessoas capazes de administrar o clube de forma diferente. Espero que o que aconteceu com a gente ao longo desse ano tenha servido de lição. E que os erros não se repitam”, arrematou o goleiro paranista.