Neste momento do campeonato paranaense, é possível dizer que, das oito vagas para a segunda fase, duas estão garantidas para Atlético e Coritiba. De resto, as seis restantes e as três da zona de rebaixamento estão completamente abertas. Quem está mais perto de fazer a festa ainda hoje é o Cianorte, que recebe o Foz do Iguaçu às 15h30, no estádio Albino Turbay, e pode chegar aos 17 pontos.

Quarto colocado no campeonato (empatado com o Iraty), o Leão do Vale está em ótimo momento. Vem de um empate em Curitiba com o Paraná Clube, jogo que poderia ter vencido – mas como foi na Vila, não houve maiores lamentações. “Mas agora temos a chance de encaminhar a classificação em casa”, afirma o técnico Nei César, que só tem um problema para escalar o time. Neto, lesionado, é dúvida e pode ser substituído por Pomarola. No Foz, que está em queda livre após o bom início, o técnico Rogério Perrô pode mexer na lateral direita, pois Reginaldo Araújo deixou o clube.

No mesmo horário (15h30), o Nacional encara o Rio Branco no estádio Erick George pensando em fazer o que o rival desta tarde fez – sair da zona de rebaixamento e voltar a lutar pela classificação. O Leão da Estradinha venceu o Paranavaí na quarta-feira e saiu da ZR para o rebolo. E, hoje, o técnico Norberto Lemos espera repetir o espírito de luta apresentado contra o ACP. Do lado dos donos da casa, o técnico Gilberto Pereira mantém a equipe que venceu o Londrina no domingo passado (o NAC folgou no meio da semana).

Às 16h, o jogo do desespero. Lanterna da competição, o Paranavaí precisa vencer o J. Malucelli, que joga pela permanência entre os oito primeiros. Flávio Mendes, que era auxiliar de Lio Evaristo, assumiu a equipe – é o terceiro treinador do ACP no paranaense.

“Tenho boa possibilidade de fazer algo bom aqui. Individualmente a equipe é boa, tem qualidade, está faltando algo”, diz Mendes, que não poderá contar com Elvis e Edenílson, suspensos. Do lado do Jotinha, a preocupação é com a arbitragem. Segundo a diretoria, o Caçula foi prejudicado contra Iguaçu, Rio Branco, Cianorte, Cascavel e Engenheiro Beltrão (cinco de oito jogos disputados). Pressão, portanto, em cima do árbitro Sandro Schmidt.