O técnico Mano Menezes admitiu que o Grêmio não tem mais novidades técnicas e táticas a apresentar na Libertadores. Por isso, ele terá de recorrer a um "fato novo" para reverter a vantagem do Boca Juniors na final da competição, que acontece quarta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre.

O "fato novo" pode ser uma radical alteração no time, para torná-lo mais ofensivo, moldado à circunstância do jogo, ou recursos extras de motivação nos vestiários, como cartas de familiares aos jogadores e imagens dos torcedores passando frio na rua para conseguir ingressos.

Como perdeu o primeiro jogo por 3 a 0, em Buenos Aires, o Grêmio terá de ganhar por três gols de diferença para levar a decisão para a prorrogação. E, se quiser ficar com o título já no tempo normal, a vitória terá de ser por quatro gols de vantagem.

A substituição mais comentada no Olímpico é a do lateral-direito Patrício pelo atacante Amoroso. Na nova formação, o volante Gavilán assumiria a lateral, o meio-campo teria apenas três jogadores – Lucas, Diego Souza e Tcheco – e o ataque teria outros três – Tuta, Amoroso e Carlos Eduardo.