Lunar Warrior (J. Ayarza), do Stud
AML, conseguiudifícil vitória, sob
os cuidados de Carlos César Carlindo.

Uma das atrações da noite de amanhã é o cavalo Marco di Colony, que na corrida anterior chegou terceiro para Nikkey e Blessed Giant. O treinador Márcio Ferreira Gusso espera ampla reabilitação do filho de New Colony, que volta em boa forma e, normalmente, deve atuar com sucesso, apesar de Luro, atravessando fase de evolução, figurar como grande rival.

Gato Sulino volta depois de chegar quarto para Marco di Colony, quando chegou perto, 2 corpos, enquanto Cable Tee Vee chegou colocada na última vez que enfrentou Nikkey, longe do defensor do Haras Belmont, mas perdendo o segundo para Luro por apenas um corpo. Ask The Boss, como manheirou na semana passada, desta vez vai correr sem antolhos e pode render mais, muito embora não esteja muito cotado. Otter Rock e Nerone di Bond completam o campo da importante corrida da noite de amanhã.

O programa conta com outros páreos atraentes e, caso aqueles com reduzido número de competidores não sejam prejudicados por forfés, o movimento de apostas pode atingir a soma de 160 mil reais. Espera-se que tudo que aconteceu, de negativo, na reunião anterior, com problema de partida, com a retirada de dois animais e alguns delitos mais graves durante as corridas, não ocorram na noite de amanhã.

Dificuldade

O turfe brasileiro atravessa fase de dificuldade de ordem financeira, até mesmo o Jockey Club Brasileiro, que continua pagando prêmios, dentro do prazo normal, aos proprietários e profissionais.

Roberto Belina, presidente da Comissão de Turfe, comentou com a reportagem que até o mês de junho ou julho poderá entrar em vigor a terceirização de apostas no Rio de Janeiro e Porto Alegre, com uma das duas empresas interessadas, sendo uma americana e outra italiana. Só está faltando detalhes para que o Jockey Club Brasileiro decida. O contrato inicial será apenas entre uma das empresas com as entidades turfísticas carioca e gaúcha, mas naturalmente a vencedora terá interesse em contar com a participação do Paraná e de São Paulo.

É preciso uma solução a curto prazo, pois a crise agrava-se dia a dia, inclusive com aumento da ração, mão- de-obra (novo salário mínimo) e a evasão de animais do Tarumã para outros centros.

A Vila Hípica do Tarumã deverá contar, nos próximos meses, com maior número de animais, com a liberação, acertada, da entrada de produtos da geração 2001, mas só a partir de 1.º janeiro de 2004, poderão abrilhantar as corridas do turfe local.