O goleiro Marcos é um obstáculo aos atacantes da seleção brasileira nos coletivos realizados na Coréia do Sul. Tem fechado o gol e evitado um placar mais elástico nos treinos. Nessa entrevista exclusiva para a Agência Estado, o atleta do Palmeiras fala sobre a expectativa de ver o time disputando partidas eliminatórias, que podem terminar em cobranças de pênaltis. Dá informações sobre seu currículo em decisões dessa natureza e conta de que forma se comunica com os zagueiros da seleção durante os jogos.

Ele salienta que até agora só existe um ataque temível no Mundial: o do Brasil. Não faz comentários sobre a Alemanha ou qualquer outro adversário e se considera adaptado à bola da competição, mais leve que as utilizadas na Europa e na América do Sul. Marcos espera chegar logo ao Japão para dar início à segunda etapa do Brasil rumo ao pentacampeonato. Sabe que no país ao lado da Coréia do Sul vai encontrar uma colônia brasileira numérica e entusiasmada. Torce para que a seleção tenha o apoio dos japoneses.