A seleção mexicana vive uma crise pouco antes da estreia na Copa América – faz seu primeiro jogo na próxima segunda-feira, contra o Chile. Nesta terça, oito jogadores foram afastados da equipe após violarem as regras da concentração e estão fora da competição que acontecerá na Argentina.

Os nomes envolvidos são: Israel Jimenez, Nestor Vidrio, Jonathan dos Santos, Marco Fabian, Jorge Hernandez, Javier Cortes, David Cabrera e Nestor Calderón, que além da suspensão por seis meses terão que pagar uma multa de 50 mil pesos mexicanos. A causa da punição, no entanto, não foi revelada.

“Não vou entrar em detalhes do que foi feito. As regras foram violadas, um código de disciplina foi violado e eu tenho que atuar”, declarou o diretor das seleções nacionais mexicanas, Héctor González Inárritu, nesta terça.

A imprensa mexicana afirma que os incidentes ocorreram no Equador, onde o México venceu a seleção local por 1 a 0 durante a preparação para o torneio continental. Na ocasião, os atletas teriam recebido mulheres para festas em seus quartos.

De acordo com Inárritu, o afastamento deverá servir de exemplo para as futuras gerações e os próprios atletas envolvidos admitiram a culpa e já se desculparam com a federação. “OS jogadores confessaram. Estão muito chateados, muito arrependidos, pediram desculpa e assumem as consequências”, afirmou.

Ainda nesta terça, a federação mexicana anunciou os oito jogadores substitutos: Kristian Alvarez, Diego de Buen, Antonio Gallardo, Edgar Pacheco, Alan Pulido, Ulises Dávila, Carlos Emilio Orrantia e Osvaldo Alanís.

A delegação mexicana que disputará a Copa América, na qual está no Grupo C, ao lado de Chile, Peru e Uruguai, é formada por atletas com menos de 22 anos. A seleção principal participou da Copa Ouro, na qual se sagrou campeã após vencer os Estados Unidos na decisão, por 4 a 2, no último sábado.