O Corinthians precisa começar a partir desta quarta-feira, às 21h45, contra o Figueirense, no estádio Orlando Scarpelli, a arrancada para salvar a temporada. O clube depende de uma vitória em Florianópolis, pela 35.ª rodada do Campeonato Brasileiro, e de uma posterior sequência de bons resultados para conseguir se classificar à Copa Libertadores, fundamental para minimizar o desempenho ruim de 2016.

O último fracasso foi a derrota por 4 a 0 para o São Paulo, há 10 dias. A expectativa da torcida é saber como será a reação do time. A goleada foi o terceiro jogo seguido sem vitória, piorou a pressão sobre o técnico Oswaldo de Oliveira e manteve o Corinthians fora do G6. “Procurei informá-los bastante a respeito da importância desse jogo. O que nós precisamos fazer é tentar uma boa partida e vencer”, disse o treinador.

Em comparação ao time que perdeu para o São Paulo, a formação terá mudanças em todos os setores, incluindo no gol. Walter volta na vaga de Cássio. A defesa deve estar toda reformulada, o meio pode ter Camacho como titular e no ataque Lucca será o substituto de Guilherme.

O possível time titular teve como baixa no último treino o atacante Rildo. O jogador sentiu dores nas costas durante o aquecimento e precisou ser retirado de campo no CT Joaquim Grava carregado de maca.

O treinador tentou motivar a equipe nos últimos dias para os quatro jogos finais da temporada. A diretoria também acompanha o desfecho do Brasileirão com apreensão por ter sofrido críticas internas pelo mau rendimento do elenco nesta reta final de temporada.

O adversário do Corinthians lida com momento ruim e de desespero. O Figueirense não vence há sete rodadas, está na zona de rebaixamento e pode ter a queda para a Série B decretada de acordo com a combinação de resultados nesta semana.

O treinador corintiano manifestou preocupação pelo momento ruim do adversário, que deve arriscar bastante para vencer. “Não podemos deixar de ressaltar que é uma equipe que precisa desesperadamente da vitória. Deve juntar seu esforço em torno disso”, comentou Oswaldo de Oliveira.