Não é somente a Fifa que teme que as obras de remodelação e ampliação da Arena da Baixada não fiquem prontas a tempo de receber a Copa do Mundo. O TCE-PR também mostrou preocupação com a execução física do projeto dentro do prazo estipulado pela entidade máxima do futebol internacional, que é dezembro deste ano. Além disso, o organismo fiscalizador estadual apontou que, em 31 de agosto, 64,3% das obras estavam concluídas. O percentual é inferior aos 75% divulgados como oficiais pela CAP S/A.

Segundo o levantamento feito pelo TCE-PR, de setembro a dezembro as obras da Arena da Baixada precisariam evoluir 9% por mês. Porém, de acordo com a parcial divulgada pela CAP S/A, que não é atestada e reconhecida pelo organismo fiscalizador estadual, a execução das obras do Joaquim Américo chegou a 79% no final de setembro. Assim, de acordo com os números divulgados pelo Atlético, em três meses, as obras na Arena precisam evoluir 7% ao mês.

Mesmo com o atraso preocupante que norteia as obras do Joaquim Américo, o TCE-PR confia que o palco escolhido para receber quatro partidas da Copa do Mundo fique pronto a tempo.