Não é novidade dizer que o momento do Paraná Clube no Campeonato Brasileiro é crítico e um dos setores que colabora diretamente para agravar a situação é o ataque. Na lanterna da competição, com apenas 13 pontos somados, chama a atenção negativamente os poucos gols marcados pelo time. Em 17 jogos, o Tricolor balançou as redes somente oito vezes, sendo o pior entre os 20 clubes da Série A. O número é ainda mais alarmante quando se considera o período após a Copa do Mundo. No retorno do Brasileirão, o time teve apenas um gol assinalado, por Rodolfo, na vitória por 1×0 sobre o América-MG, na Vila Capanema.

Todos esses elementos contribuem para que o Paranpa Clube tenha piorado ainda mais seu rendimento na tabela. Se durante a intertemporada estava em 18º lugar, com dez pontos somados e vendo os times fora da zona de degola ainda próximos na classificação, a realidade agora, cinco jogos após o retorno do campeonato, é outra.

Faltam apenas duas rodadas para o fim do primeiro turno e até aqui foram apenas três vitórias, contra Fluminense, Bahia e América-MG. Apesar dos quatro empates, o número de derrotas pesa ainda mais, já que foram dez.

Diante desse cenário preocupante, o presidente paranista Leonardo Oliveira explicou que o elenco sabe da gravidade da situação, que entende as cobranças pelo fraco futebol apresentado.

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“Essas cobranças vêm acontecendo e crescem quando os resultados não aparecerem. Os atletas sabem da responsabilidade. Precisamos mudar a atitude para que as coisas passem a dar certo. O que precisamos no momento é trabalhar e nos fechar dentro do nosso grupo. A bola precisa começar a entrar. Não é mudando o treinador ou fazendo mudanças drásticas, que vão trazer prejuízos imensos ao clube no futuro, que vai resolver o nosso problema”, explicou o dirigente, em entrevista à Rádio Transamérica.

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