Por conta de uma dívida com um clube dos Emirados Árabes, o Cruzeiro foi punido na semana passada com a perda de seis pontos na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, que segue sem previsão de início.

A Raposa foi um dos assuntos comentados pelo técnico do Paraná, Allan Aal, em entrevista coletiva realizada na última terça-feira. Para o treinador, apesar de todo o desgaste enfrentado pelo clube mineiro nos últimos meses, é um clube a ser respeitado.

“É uma situação difícil para o Cruzeiro, pois vive uma turbulência grande fora de campo. Você sair com seis pontos atrás na Série B pesa. Sabemos que não vai ser fácil, o Cruzeiro merece todo o respeito, mas temos que nos preocupar com o nosso desempenho”, disse o comandante paranista.

Além de também ter comentado sobre a possibilidade de retorno do futebol nos próximos dias, Allan Aal também foi questionado sobre outros temas. Confira abaixo:

Guilherme Biteco

“É um jogador que sabemos da qualidade e do carisma com o torcedor. Conversamos com ele para que tenha uma tranquilidade muito grande, pois ele atuou em poucas partidas no ano passado. Ele tem histórico de lesão e precisamos de cuidado. O Biteco mostrou uma evolução física e que pode nos ajudar.”

Guilherme Biteco já assinou contrato com o Paraná. Foto: Rui Santos/Paraná Clube.

Mudança na regra

“Nesse momento, eu acho importante, porque são mais de sessenta dias parado. É uma retomada ainda. Temos que envolver todo o grupo. A oportunidade vai aparecer para todo mundo. Cabe aos jogadores estarem bem fisicamente. Dificilmente uma equipe vai conseguir manter os 11 jogadores o tempo todo.”

Parte mental

“Nós sabemos do momento mundial e que requer muita atenção. É uma situação diferente na vida de todos nós. Temos que partir do princípio que a liberação que está sendo feita aqui no Estado é em cima de uma segurança. O jogador sabe de tudo isso, confia no que está sendo feito e vem acreditando.”

Balanço

“O que mais me agradou foram a entrega dos jogadores, o entendimento tático e o conforto deles dentro de campo. Foram três meses e parece que estamos juntos há quase um ano. Já o que me desagradou foram algumas tomadas de situações nossas na hora de finalizar, puxar contra-ataque. Mas, isso é possível corrigir.”

Lúcio Flávio e o técnico Allan Aal. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná.

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