Depois de quase ficar sem fornecedor esportivo confirmado para 2018, O Paraná Clube terá o contrato com a Topper mantido até maio de 2019. Em novembro do ano passado, cogitou-se o fim da parceria do Tricolor com a fornecedora. Na ocasião, a empresa traçou um novo posicionamento de mercado e diminuiria o número de clientes para focar nas equipes que disputam a Série A.

O acesso à elite, porém, favoreceu o time paranista e o vínculo atual seguirá normalmente, de acordo com o presidente Leonardo Oliveira.

“A Topper assumiu o compromisso de manter e cumprir o contrato que tinha vigente. Na verdade, pelo que nos foi passado, a direção da Topper nem tinha o interesse (de rescindir). E até a pessoa que nos trouxe essa notícia nem está mais na Topper. No final do ano passado, a empresa já havia nos procurado e demonstrado interesse em permanecer, então estamos retomando. Nada mudou, o acordo é o mesmo”, explicou o dirigente, em entrevista à Gazeta do Povo.

No entanto, até a definição e a manutenção da marca, o Paraná Clube trabalhou com outras possibilidades. Umbro, Superbolla, Penalty e Kappa foram cotadas para substituir a Topper no time da Vila Capanema.

Problema de abastecimento

Diante desse cenário, o Tricolor espera resolver o problema de abastecimento de camisas ainda neste mês. As lojas oficiais do Paraná Clube – físicas e virtuais – não recebem novos uniformes do clube desde outubro do ano passado. Pelo site tricolor, apenas a camiseta branca, do segundo uniforme, está disponível – e só no tamanho G para o público masculino.

“O abastecimento está sendo trabalhado pela Topper. Não é um problema que se resolve da noite para o dia. Como a Topper tinha direcionado a rescisão, paralisou-se a produção das camisas no final do ano passado. Quando nos acertamos e retomaram, não houve tempo de entregar as camisas. Tínhamos um déficit no profissional que foi sanado, e agora o próximo passo é atender o mercado e a loja do clube. Eu creio que até o final deste mês a gente esteja com isso regularizado e correndo normalmente”, projeta Oliveira.