A saída do executivo de futebol Rodrigo Pastana, no último final de semana, depois da derrota do Paraná Clube para o Grêmio por 2×0, em Porto Alegre, abriu espaço para o ex-jogador e ídolo paranista Marcos ser o homem forte do futebol tricolor a partir de agora. Pelo menos é isso que espera o presidente Leonardo Oliveira, que deve ser reeleito no pleito que acontece semana que vem. O cartola acredita que o agora diretor de futebol está pronto para comandar o futebol do clube pelos próximos três anos.

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“A permanência dele é natural e é isso que vamos trabalhar nesse momento. Nesse momento vamos nessa direção. Ele assume essas funções e a gente espera continuar com ele por três anos nessa função. Se vai ser possível? A cultura do futebol diz que somente os resultados vão poder definir isso‘, afirmou Oliveira, que não terá concorrentes nas eleições do Paraná Clube para o próximo triênio.

O presidente paranista ressaltou a continuidade do trabalho de Marcos à frente do departamento de futebol a partir de agora. Oliveira também falou que o clube vai trabalhar com os pés no chão e não aumentar dívidas rescindindo contrato de jogadores que não estão sendo aproveitados pelo Tricolor.

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“O Marcos assume essas funções, ele está se ambientando na função. Ele assume o departamento de futebol e dá sequência no trabalho. Um trabalho que não começou ontem, nem em janeiro, mas há dois, três anos. O trabalho no futebol nunca é interrompido em relação a elenco. A lei não permite mais mandar embora no meio do contrato. Fazer isso custa muito caro e esse preço não vamos pagar. O comprometimento do elenco está sendo cobrado, outras questões diariamente tratadas e assim segue”, emendou.

Virtualmente rebaixado para a segunda divisão do ano que vem, Leonardo Oliveira também comentou sobre a possível continuidade do técnico Claudinei Oliveira no comando do Tricolor. Apesar de ainda não ter o rebaixamento confirmado, o cartola sinalizou a vontade de manter o treinador para a próxima temporada.

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“Tudo vai depender dos objetivos dele e dos nossos. Quando a gente traz um treinador não traz pensando em mandá-lo embora. Conhecendo o trabalho e a forma dele trabalhar, quando o Claudinei veio, passou aqui algumas vezes, então, é natural que tenhamos vontade da sua permanência. Mas é o futuro que vai dizer isso, se conseguiremos casar ideias. Não vamos agora afirmar questões do futuro, não tem como fazer isso”, concluiu o mandatário paranista.

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