Pior ataque do Campeonato Paranaense com apenas cinco gols marcados, ao lado de PSTC, Toledo e Cascavel CR, o setor ofensivo do Paraná Clube é motivo de preocupação para o jogo diante do Bahia de Feira de Santana, nesta quarta-feira (26), às 19h15, na Vila Capanema, pela segunda fase da Copa do Brasil. Nesta etapa da competição, apenas uma vitória classifica o Tricolor sem a necessidade de pênaltis.

Após a derrota por 1×0 para o PSTC, o técnico Allan Aal avaliou como positiva a evolução da equipe, com mais chances de gol criadas e domínio da partida, mas destacou a falta de precisão.

“Estamos criando situações de controle e confiança, de jogar e propor o jogo. Mas precisamos caprichar, ter mais tranquilidade nas finalizações e ter uma decisão mais convicta dentro da área”, afirmou.

Contra o PSTC, foram sete finalizações apenas na primeira etapa, a mais perigosa com Marcelo, que acabou parando no goleiro. Nos nove jogos que disputou neste ano, o Paraná balançou as redes mais de uma vez somente contra o Cascavel CR, pela segunda rodada do Estadual, e na vitória por 2×0 sobre o Palmas-TO, pela primeira fase da Copa do Brasil. Em outras quatro ocasiões, o time passou em branco.

Apesar de não converter as oportunidades em gols, o comandante paranista se mostrou confiante para a sequência de jogos da equipe. “Tenho certeza que as coisas vão acontecer. O grupo está evoluindo e jogando bem”, ressaltou.

No setor ofensivo, o Paraná conta com nove atletas no elenco, todos já testados pelo treinador. Raphael Alemão, Rodrigo Rodrigues, Robson, Gustavo Mosquito, Marcelo, Ruan, Keslley e Andrey são as opções. Deles, apenas quatro (Raphael Alemão, Robson, Marcelo e Andrey) balançaram as redes, cada um com um gol. O artilheiro do Tricolor no ano é o meia Thiago Alves, com dois gols assinalados.

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