O planejamento do Paraná Clube em 2017, em investir em jogadores baratos e sem prejudicar os cofres, deu certo e fechou a temporada com chave de ouro com a conquista do acesso à elite. No entanto, a diretoria teve que enfrentar algumas adversidades ao longo da trajetória, principalmente no comando técnico.

Inicialmente, o Tricolor teve como treinador Wagner Lopes, que, inclusive, participou da contratação de boa parte do elenco. No entanto, em maio, às vésperas do início da Série B, ele aceitou uma proposta financeira irrecusável do Albirex Niigata, do Japão, e o clube foi atrás de Cristian de Souza. Só que a aposta não deu certo e ao final do primeiro turno ele foi mandado embora, chegando Lisca em seu lugar. No campo, o trabalho do comandante paranista teve retorno, mas um problema de relacionamento com a comissão técnica culminou na sua demissão e na efetivação do então auxiliar Matheus Costa em seu lugar.

Agora, para 2018, Wagner Lopes volta a ser o escolhido para comandar o planejamento do Paraná Clube. E o presidente Leonardo Oliveira garante que, desta vez, não há riscos de o técnico ir embora por conta de uma proposta melhor.

“Conseguimos trazer novamente o Wagner, que foi uma peça importante para nós durante o ano de 2017 e começa 2018 com a perspectiva de não sair daqui durante esse ano. Hoje, nós temos condições de concorrer com outros clubes e até oferecer uma situação melhor para ele. Então faz com que a gente tenha uma perspectiva melhor para o ano”, disse o dirigente, em entrevista à Rádio Banda B.