Com o último jogo da temporada marcado para domingo (2), às 17h, diante do Internacional, na Vila Capanema, o Paraná Clube já pensa em 2019 e tem o planejamento traçado para o ano que vem. O técnico Dado Cavalcanti, contratado para ser o comandante paranista na próxima temporada, prevê um período de turbulência inicial, sobretudo pela grande reformulação que o elenco vai passar, mas confia na organização do clube para fazer uma temporada melhor do que a que foi a atual.

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“Falei uma frase quando cheguei que era: ‘quanto mais organizado o ambiente de trabalho, menos dependente das pessoas ele é’. O Paraná é hoje um clube muito organizado, com uma retaguarda boa. As perspectivas são muito positivas, mesmo com a reformulação grande que vai acontecer. Isso será minimizado com a organização. Teremos uma dificuldade inicial. O começo será muito difícil. A gente vai passar por um processo de montagem, depois um processo de treinamento, para depois entrar na competição. O maior desafio é estar passando pela turbulência inicial, já que vamos treinar 18 dias para estrear no Estadual dia 20 de janeiro”, avisou ele.

Contratado em outubro, Dado teve a missão não apenas de melhorar um pouco a campanha do Tricolor no Brasileirão, já virtualmente rebaixado na ocasião, mas também de fazer uma avaliação criteriosa do elenco e auxiliar a diretoria de futebol a formar o grupo para 2019.

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“Estou satisfeito nos dois processos, principalmente na questão das avaliações e observações que foram feitas, de mapear todos os jogadores do sub-19, alguns do sub-17 que têm perspectivas de ir ao profissional no próximo ano. Está controlado. Em relação ao mercado, a gente está em processo de evolução. A chegada do Mazzuco (Mário André, executivo de futebol) ajuda um pouco nesse sentido”, afirmou o técnico, que conseguiu uma evolução do time paranista na reta decisiva do campeonato.

“Na finalização do campeonato, conseguimos fazer o que dava para fazer. Percebemos uma evolução nítida, mais confiança, mais capacidade de igualar as partidas contra adversários fortes. Assim, os resultados ficaram muito mais próximos de acontecer”, concluiu Cavalcanti.

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