Quando as coisas não andam bem, parece que tudo conspira contra. Essa tem sido a rotina do Paraná Clube na Série A. Antes de entrar em campo, contra o Sport, no último domingo, na Ilha do Retiro, em Recife, o Tricolor já havia levado um duro golpe. O Ceará, vice-lanterna do Brasileirão, derrotou o Flamengo nos últimos minutos, em pleno Maracanã cheio. O resultado já deixava a equipe de Claudinei Oliveira cada vez mais afundada na zona do rebaixamento. Com isso, o Paraná entrou em campo disposto a vencer a todo custo.

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Mas, quando a fase não é boa, como dito acima, tudo conspira contra. Deu no que deu. 1×0 pro Sport. O Tricolor se largou ao campo de ataque e chegou a carimbar a trave da meta do experiente goleiro Magrão logo no início. Porém, ir pra cima do adversário resultou também em contra golpes a favor do Sport. Aos 14 minutos, em uma jogada de velocidade dos pernambucanos, Gabriel abriu o placar. Um gol que deixava a situação do Paraná cada vez mais complicada na competição. Mesmo assim, o Tricolor foi guerreiro e partiu atrás do resultado.

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O atacante Rafael Grampola até chegou a marcar o dele, mas, a arbitragem, que já havia sido motivo de muita reclamação do técnico Claudinei Oliveira durante a semana, anulou o gol paranista de forma equivocada. E o Paraná ia sendo prejudicado novamente, mesmo fazendo um bom jogo – com destaque para os volantes Jhonny Lucas e Alex Santana, que marcavam muito bem. Ainda nos minutos finais, o atacante Carlos, que entrou na vaga do lesionado Silvinho, perdeu um gol incrível na cara do arqueiro do Leão. Com 51% de posse de bola, o Tricolor novamente pecava em sua maior pedra no sapato nesta temporada: as finalizações. Foram nove arremates no primeiro tempo…e nada.

No segundo tempo, a história se repetia. Era impressionante como até o azar estava lado a lado com o Paraná. Logo no início, Júnior soltou uma sapatada de longe e a bola explodiu no travessão. Na sequência, a redonda sobrou limpa pra Carlos, que guardou. E o gol foi anulado novamente – desta vez, o juizão acertou. Com o passar do tempo, a principal característica do time de Claudinei Oliveira era a ansiedade. Nervoso no gramado, o Tricolor não conseguia igualar o marcador. O símbolo dessa característica era o atacante Carlos. O cara corria pro lado errado, chutava da maneira que a bola vinha…e nada.

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Sem conseguir empurrar a bola pra rede, a catástrofe estava completa. O Paraná reabilitou um time que não vencia há 11 jogos. O resultado deixa o Tricolor no fundo do poço – nove pontos separam o time da Vila Capanema para o primeiro clube fora da zona do rebaixamento. Na quarta-feira, o Paraná encara mais um duelo direto, contra a Chapecoense, em Curitiba.

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