O empate sofrido aos 41 minutos do segundo tempo para a Chapecoense, na noite desta quarta-feira (5), na Vila Capanema, desencadeou uma onde de protestou do torcedor do Paraná Clube. O foco principal da torcida paranista que, ao apito final do árbitro, permaneceu nas arquibancadas do Durival Britto, foi o executivo de futebol do Tricolor, Rodrigo Pastana, responsável direto pela formação do elenco do clube para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Nos últimos dias, inclusive, a torcida organizada Fúria Independente divulgou uma nota oficial de protesto quanto a má fase do Paraná Clube no Campeonato Brasileiro e que pediu diretamente a saída do dirigente. No entanto, ao que tudo indica, Rodrigo Pastana tem a confiança do presidente Leonardo Oliveira e nenhuma mudança deverá ocorrer nos bastidores do clube.

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Rodrigo Pastana, no ano passado, com o mesmo orçamento enxuto, conseguiu montar um time competitivo e que conseguiu o acesso à primeira divisão na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro depois de dez anos de sofrimento. Neste ano, porém, os erros começaram no planejamento e também na escolha das peças.

O dirigente optou por montar um time mais barato na disputa do Campeonato Paranaense, os resultados não apareceram e praticamente outro grupo precisou ser escolhido para o retorno do Paraná à primeira divisão. Recentemente, quando veio a público explicar a demissão do técnico Rogério Micale, Rodrigo Pastana admitiu o erro de não tersido mais ousado no primeiro trimestre, em que pese a falta de orçamento do clube.

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O torcedor, a partir de agora e com o rebaixamento cada vez mais próximo, deve intensificar os protestos nos próximos jogos para pedir a demissão de Rodrigo Pastana. Caberá agora ao presidente Leonardo Oliveira, que também se prepara para a eleição com chapa única no final do mês, entender a importância do dirigente para a sequência do trabalho e quais as responsabilidades do dirigente na campanha medíocre do Tricolor no Campeonato Brasileiro.