A Polícia Militar proibiu o uso de camisas das torcidas organizadas no jogo entre Atlético Paranaense e Coritiba, no próximo sábado. O Atletiba será realizado na Arena da Baixada, em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada durante reunião, nesta quarta-feira (23), com representantes dos clubes, das torcidas organizadas, da Federação Paranaense de Futebol, da Urbs, da Polícia Civil e do Ministério Público.

Na segurança, trabalharão 300 policiais militares. “A Polícia Militar quer evitar transtornos como os que aconteceram no último final de semana, no jogo entre Atlético e Internacional. Sempre que fazemos reuniões preliminares, as partidas transcorrem sem o registro de problemas graves”, explicou o capitão César Alberto Souza.

Serão colocados à venda 18 mil ingressos. Ao Coritiba, como adversário, serão destinados 2 mil ingressos. “Isto está dentro do que a PM sempre utiliza em jogos deste porte”, explicou o capitão Éverson Martins, do 13.º Batalhão, que comandará o policiamento.

Na reunião ficou definido que a venda de bebidas alcoólicas dentro do estádio será permitida, com exceção de destilados. A venda de bebidas alcoólicas fora do estádio está proibida e será fiscalizada por funcionários da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Nos ônibus – O acesso ao estádio com camisas oficiais dos clubes está liberado, mas nos ônibus do transporte coletivo será proibido. “Quem for com camisa dos times deve retirá-la para andar de ônibus ou então ir a pé ou de carro. A Guarda Municipal auxiliará a PM na fiscalização dos terminais de ônibus e estações-tubo”, explicou o capitão Souza.

A torcida do Coritiba será escoltada do Estádio Couto Pereira até a Arena da Baixada por policiais militares do Regimento de Polícia Montada. A torcida coritibana deixará o estádio antes dos atleticanos, independentemente do resultado do jogo. A PM também fará a escolta dos torcedores alviverdes na volta ao Couto Pereira, após a partida. “As prisões em flagrante não deixarão de acontecer, ao contrário do que alguns divulgaram. Quem cometer algum delito será preso”, explicou o capitão Souza.