O lateral-direito Éder nem estreou com a camisa rubro-negra e já teve seu contrato rescindido. A explicação para a saída do atleta foi dada pelo próprio técnico Paulo César Carpegiani. “Na verdade fui eu quem acabou dispensando. Não admito indisciplina. O Éder tinha histórico e, por isso, resolvemos trazê-lo para jogar aqui. Fez toda a preparação e saiu no dia anterior à partida contra o Santos, lá pelas 18 horas, e chegou às 10 da manhã com inúmeros problemas e acabou não treinando. Tenho todas as informações. Não vou admitir dentro Atlético, enquanto eu estiver aqui, a indisciplina. Então pedi à direção, que dispensou”, informou Carpegiani.

A diretoria rubro-negra trabalhou rápido e providenciou a vinda de um substituto que, inclusive, teve passagem relâmpago pelo clube no mês passado. Trata-se de Joílson. O jogador chegou a ser cogitado como reforço rubro-negro, mas foi reprovado nos exames médicos e devolvido ao Grêmio, em 18 de junho. Na ocasião, foi detectada uma fratura no tornozelo do atleta. Como a recuperação levaria, no mínino, quatro semanas, optou-se pelo não firmamento do contrato.

A saída de Éder propiciou um novo contato entre as partes e Joílson esteve ontem no CT do Caju para reavaliação médica. Caso sua situação seja considerada satisfatória, o atleta assinará contrato. Joílson pode atuar como lateral-direito e volante. Nos clubes que defendeu São Paulo e Grêmio , atuou como lateral e foi pouco aproveitado.