Sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002, a cidade de Salt Lake City, no estado norte-americano de Utah, planeja voltar a receber uma Olimpíada. Os dirigentes locais querem aproveitar o argumento de que o evento tem ficado cada vez mais caro para se mostrarem como uma alternativa viável para as próximas edições.

Na quinta-feira, Salt Lake apresentou um novo sistema de iluminação solar para sua pista de patinação em velocidade no gelo, a um custo de US$ 1,4 milhão, e voltou a se colocar como pretendente para os Jogos de 2026 ou 2030.

“Isso faz de cidade como Salt Lake City mais atrativas. Nós não estamos apenas fazendo promessas. Nós estamos continuando a dar grandes passos para mostrar ao mundo que somos líderes em sustentabilidade no uso de equipamentos olímpicos”, disse Colin Hilton, CEO da Fundação de Legado Olímpico de Utah.

Salt Lake City quer os Jogos de 2026, sabendo que uma candidatura norte-americana, daqui a três anos, depende dos resultados da eleição para os Jogos de Verão de 2014 – caso os EUA vençam, não entrarão na briga pela Olimpíada seguinte. Denver (Colorado) e Reno/Lake Tahoe (Nevada) também têm interesse.

A cidade sede dos Jogos de 2002, porém, não descarta voltar a receber uma Olimpíada já daqui a oito anos. Quatro cidades já desistiram do pleito e só Pequim (China) e Almaty (Casaquistão) estão na briga por 2022. “Estamos prontos, caso seja necessário”, garante Hilton.