A delegação do Santos não teve problemas nesta quinta-feira para voltar de Montevidéu, no Uruguai, onde na última quarta empatou sem gols com o Peñarol, pela primeira partida da decisão da Copa Libertadores da América. E chegou no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), pregando cautela para o segundo confronto, na próxima quarta, no Pacaembu.

“O time precisa ter pés no chão. Não ganhamos nada ainda. O Peñarol costuma jogar melhor fora de casa e a pressão agora está toda do lado do Santos, embora o Santos só dependa dele mesmo”, afirmou o zagueiro e capitão Edu Dracena, que não jogou em Montevidéu por estar suspenso, mas que estava com o grupo para a partida no Uruguai.

Diferentemente do que aconteceu em outras chegadas do Santos ao Brasil, nesta quinta o assédio aos jogadores foi pequeno em Cumbica. Poucos torcedores presenciaram o desembarque do time santista.

Mas o que chamou a atenção foi o esquema de segurança montado pelo clube. Temendo dificuldades para deixar o aeroporto, a diretoria do Santos contratou oito seguranças, que impediram a qualquer custo a aproximação, até de jornalistas, ao atacante Neymar e ao meia Elano, que deixaram o local antes dos outros jogadores em uma van alugada.