A seleção brasileira feminina de vôlei foi campeã do Grand Prix de Vôlei pela oitava vez, mas a equipe continua com sede de novos títulos. Para Carol Gattaz, o Brasil precisa aproveitar o grupo qualificado para obter novas conquistas e escrever o nome na história do vôlei mundial.

“Essa equipe tem muita qualidade. Ainda temos algumas barreiras, queremos vencer alguns campeonatos e fazer história”, disse Carol Gattaz, ao SporTV, revelando os novos objetivos. “É uma geração especial, de muita garra, união em quadra, nunca vi nenhum grupo assim. Tem campeonatos que ainda não ganhamos. O Mundial, a curto prazo, é o mais importante”, completou, na chegada da equipe ao Brasil.

O técnico José Roberto Guimarães deixou claro que, apesar do bom desempenho, o grupo da seleção segue aberto. “Algumas jogadoras ainda vão ter que correr atrás. Vamos ver como será o futuro. Ninguém tem o lugar garantido. A luta por posição é importante, só vencemos o Grand Prix porque as jogadoras que vieram do banco auxiliaram muito”, afirmou.

A líbero Fabi reconheceu que a pressão sobre a equipe será maior nesse ciclo olímpico. “Vestir essa camisa já é pressão e começar o novo ciclo bem aumenta a expectativa. Mas dá mais confiança para a formação de um novo grupo. E começar com o pé direito é ainda melhor”, comentou.

A seleção feminina de vôlei volta a jogar em setembro, quando disputará o Final Four, no Peru. No final do mesmo mês inicia a disputa do Campeonato Sul-Americano, em Porto Alegre, classificatório para a Copa do Mundo, que será realizada no Japão, em novembro.