Além da possível volta de Marcelo Toscano à ala-direita, Sérgio Soares pode, enfim, dar uma chance para Rafinha. O meia, até aqui, vem sendo uma opção para a reta final dos jogos.

Contra o Fortaleza, diante do marasmo do time, entrou no final do primeiro tempo, mas não produziu o mesmo de jornadas anteriores. Como a equipe ainda não se mostra totalmente confiável, o treinador não se mostra à vontade para, por exemplo, partir para o 4-4-2.

“O time ainda fica vulnerável dessa forma. Então, não vou mexer nesse posicionamento”, justificou Soares, que segue utilizando três zagueiros, mesmo sem esconder que gosta do sistema com apenas dois defensores. Com isso, Rafinha disputa com Wando uma posição no time.

“O professor não definiu ainda”, comentou Wando. “Só na preleção saberemos quem começa o jogo”, disse, sentindo que pode ir para o banco de reservas. Na opção por Rafinha, Davi ganha um jogador criativo para tabelas e infiltrações. Porém, Adriano jogaria um pouco mais isolado à frente, quase num 3-6-1.

Soares não concorda com cobranças pelo fato dos atacantes no caso Wando e Adriano não estarem marcando gols. Em especial na questão do camisa 9, tem em Adriano um centroavante de referência, que “faz a parede” e abre espaço para a chegada dos meias.

Algo que para o técnico justifica a presença de Rafinha e Davi entre os goleadores do time, cada um com três gols. Alex Afonso, hoje no banco, é o goleador do time na Série B, com 4 gols.