Bicampeã mundial – em 1930 e 1950 – e olímpica – em 1924 e 1928 -, além de 15 vezes campeã da Copa América, a seleção uruguaia jamais venceu uma Copa das Confederações. Para conquistar “o único título que falta”, a equipe conta com o atacante Luis Suárez, um dos principais destaques do país nos últimos tempos. E o jogador prometeu muito empenho para faturar o troféu.

“Isso é como Copa do Mundo. Todos começamos próximos e quando pensa que uma equipe não pode surpreender, ela ganha confiança. É difícil, dentro de campo são 11 contra 11. É um torneio muito complicado, com as melhores seleções dos últimos tempos, e nosso objetivo é vencê-lo porque é o único campeonato internacional que falta ao Uruguai”, declarou.

Além de faturar o troféu para o Uruguai, Suárez pode alcançar uma marca pessoal nesta Copa das Confederações. Com 32 gols, ele é o segundo maior artilheiro do país na história, um gol atrás de Diego Forlán, que também estará na competição. O atacante do Liverpool elogiou o colega, mas não esconde a emoção pela possibilidade de marcar seu nome na história da seleção.

“É um orgulho muito grande porque quando comecei minha era na seleção não imaginei fazer tantos gols e estar tão perto do recorde. Tudo é devido ao bom trabalho que fez o grupo nos últimos anos. É um orgulho que hoje em dia seja o Diego (Forlán) o goleador histórico e esperamos que siga sendo”, apontou.

Nesta sexta-feira, o Uruguai fez seu primeiro treino no Recife, no CT do Sport, e o técnico Oscar Tábarez optou pelo mistério, liberando apenas os primeiros 15 minutos à imprensa. A seleção estreia na Copa das Confederações neste domingo, às 19 horas, quando pega a Espanha na Arena Pernambuco.