Mais confusão. E das grossas junto à Federação Paranaense de Futebol – FPF. Ontem pipocaram informações que vários jogadores do Roma Apucarana, Iguaçu, de União da Vitória e Cascavel não teriam registro junto ao BID -Boletim Informativo Diário, da CBF.

O registro dá condições legais para os atletas disputarem competições oficiais.

Não bastasse essa denúncia na 1.ª Divisão, o Hawai, de Campo Mourão, inscrito para brigar na Divsão de Acesso também estaria ilegal, por não ter registro junto à CBF.

Outra bronca diz respeito a determinação da Federação em deliberar que somente jogadores com idade até 23 anos poderiam disputar a Acesso. Especialistas na área esportiva dizem que ?a medida seria irregular, por se trata de um campeonato profissional, e não de categorias específicias, como Sub-17, Sub-19?.

Além disso, a FPF enfrenta ainda problemas de arresto de renda – caso da partida envolvendo a seleção brasileira e do uruguai, quando jogaram no Pinheirão, em 19/11/2003. Para tentar burlar a Justiça, a FPF criou uma empresa para fazer a arrecadação das rendas dos jogos no Estado. A diretoria da FPF deverá se pronunciar sobre as novas denúncias.

As lambanças

Enquanto isso, o Paranaense de 2007 está em descrédito. Decisões judiciais excluíram um – Toledo e garantiram outro – Engenheiro Beltrão.

Com o calendário apertado, o Paraná fez em 24 horas, dois jogos – contra o Iguaçu e Roma. O J. Malucelli e Adap Galo foram obrigados a jogar novamente só 17 minutos. Porém, momentos antes do início do confronto a decisão foi revogada.

A partida continua sub-júdice.

O mesmo acontece com o WO entre Iguaçu e Nacional. Isso sem falar na Lusinha, que ?negociou? dois jogos com o seu mando e optou por utilizar o Pinheirão, contra Coritiba e Paraná.