Porto Alegre – E o Atlético completou um mês sem vencer no Brasileirão (nesse meio tempo venceu o América-RN, mas mesmo assim acabou eliminado da Copa do Brasil). Em seis jogos – desde a vitória contra o Botafogo em 10 de agosto – foram três empates (Bahia, Sport e Palmeiras) e três derrotas (Santos, Goiás e Grêmio). O retrospecto deixa claro que o trabalho de Claudinei Oliveira será bastante complicado, mas o desempenho do time nas duas últimas partidas pode ser considerado um alento.

O time já evoluiu. Não da maneira e no tempo que a torcida espera, mas o próprio jogo contra o Grêmio mostrou virtudes e alternativas de um time que não as apresentava em outras oportunidades. O gol de Barcos nos acréscimos determinou o resultado, mas não retrata o que foi a partida. “Foi mérito do Barcos, mas foi desatenção nossa também. A hora que a bola foi tocada a gente desencaixou a marcação. Fica um sentimento ruim porque fizemos um bom jogo”, disse o treinador.

O Grêmio teve momentos de domínio, mas o Atlético ajustou sua marcação e a entrada de Sidcley no meio de campo contribuiu para que a organização do Atlético fizesse os visitantes ameaçarem o Grêmio. “Tem jogos que você fala que a qualquer momento pode tomar um gol, mas a gente controlou bem o jogo e criamos chances. A equipe mostrou uma evolução em termos de posicionamento e posse de bola”, admitiu Oliveira.

Os erros cometidos não podem se repetir, garante o treinador. “Infelizmente fomos castigados com esse gol no final e agora temos que ficar com esse gosto amargo da derrota. Não podemos esquecer dessa derrota para não acontecer de novo”, concluiu.

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