Valencia está na bronca com o Atlético. O volante, agora no Fluminense, acusou o ex-clube de enrolar o meio-de-campo na hora de liberar os documentos para a transferência ser efetivada. A polêmica aumentou quando a imprensa carioca noticiou que o Rubro-Negro teria inutilizado a carteira de trabalho do colombiano.

O volante disse que os três anos e meio em que jogou por aqui deviam fazer com que facilitassem as coisas para ele. “Eu entreguei a minha carteira de trabalho para um funcionário do Atlético e depois ela sumiu. Ninguém sabia onde ela estava. Falaram que ela não estava com eles. Depois de dias com eu insistindo, ela reapareceu, mas veio inutilizada”, descreveu.

Em nota publicada no site oficial, o Atlético disse que é um procedimento normal e “que foi o próprio Ministério do Trabalho, quando da emissão da CTPS do jogador em 2007, que expediu o documento com apenas duas folhas brancas no campo destinado ao registro de contratos de trabalho, cancelando todas as demais folhas”.

O assessor da presidência do Flu, Marcelo Penha, não quis criar polêmica entre os clubes, mas disse que nunca viu uma carteira de trabalho ser inutilizada. “Vai ver é coisa que só o Ministério do Trabalho do Paraná que faz”, provocou.