O “Waltergate” teve nesta quinta-feira (14) outro capítulo. O atacante Walter, pivô da confusão entre a torcida organizada Os Fanáticos e o Atlético, foi à sede da facção e, segundo publicação no Facebook, encerrou a briga que começou no domingo.

Para quem não lembra, Walter não entrou contra o Londrina, teria brigado com um torcedor e a organizada achou que era com ela. Logo depois, membros da Fanáticos (entre eles dirigentes e o presidente do grupo) divulgaram um vídeo ameaçando o jogador.

Walter foi punido pelo Atlético, mas o clube também decidiu impor uma sanção à organizada, impedindo qualquer material alusivo a ela na Arena da Baixada. A punição começou a valer contra o Brasil de Pelotas na quarta-feira (13), jogo em que a Fanáticos ficou fora do estádio.

Após a vitória e a classificação, o presidente do Conselho Deliberativo, Mário Celso Petraglia, festejou no twitter a repercussão positiva da ações contra a organizada no restante da torcida.

Nesta quinta, segundo a torcida, “o atacante nos fez uma visita, conheceu a nossa sede e aproveitou para bater um papo bem descontraído com diretores da torcida”, diz o comunicado da Os Fanáticos.

O encontro vem num dia em que a Fúria Independente, organizada do Paraná Clube, conseguiu uma liminar que permite a volta aos estádios, e promete ir ao clássico deste sábado (16), que abre as semifinais do Campeonato Paranaense. A possibilidade de apenas a torcida visitante ter materiais (e principalmente bateria) mobilizou atleticanos nas redes sociais, pedindo que a diretoria do Atlético libere a bateria da Fanáticos no jogo.