Há 15 anos, a Red Hot Organization, entidade internacional que desde 1989 angaria fundos para combate à aids com discos, programas de televisão e outras produções culturais, fez tributo à bossa nova com “Red Hot + Rio”. Agora, ela celebra a Tropicália.

Com uma geleia geral de 33 faixas, participações como as de Caetano Veloso, David Byrne e John Legend, colaborações entre Beck e Seu Jorge, Mia Doi Todd e José González, Tom Zé e Javelin, Marisa Monte, Rodrigo Amarante e Devendra Banhart, mais diversas bandas, vocalistas e DJs do indie rock internacional, o álbum duplo “Red Hot + Rio 2” chega hoje às lojas virtuais e físicas dos Estados Unidos e da Europa. O lançamento no Brasil está previsto para a terceira semana de julho, avisa Beco Dranoff, paulista radicado em Nova York e um dos produtores das duas compilações de música brasileira.

O “Red Hot + Rio 2” começou a se esboçar em dezembro de 2008, quando Dranoff e o produtor musical americano Paul Heck realizaram o show Samba Soul, em Nova York, com parte da renda revertida para programas da Brazil Foundation também relacionados à aids. Os dois e o fundador da Red Hot, John Carlin, chamaram então mais três produtores musicais – Mario Caldato, de Los Angeles, Kassim, do Rio de Janeiro, e Andrés Levin, de Nova York – e começaram a divulgar o projeto.

Feito um acordo com a E1 Entertainment, dona de um dos maiores selos independentes dos EUA, a produção tomou um ano e meio para ser concluída. A Red Hot Organization informa que, desde sua criação, há 22 anos, levantou cerca de US$ 10 milhões para o combate à aids. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

RED HOT + RIO 2

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R$ 23,90 (preço médio)