Thiago Rodrigues não pensa em casar tão cedo. Se pensasse, porém, não faltariam pretendentes ao rapaz de 24 anos. Desde que estreou em Malhação, em abril deste ano, o intérprete do simpático Bernardo já recebeu cinco pedidos de casamento. Todos por carta. Mas pelo correio já chegaram também outras propostas, digamos, menos românticas… Dia desses, por exemplo, uma fã mais saliente garantiu que adoraria perder a virgindade com ele. "A menina disse que, se a Betina faz jogo duro comigo, ela liberaria o caminho fácil, fácil…", lembra, ruborizado, o ator que namora, há quase um ano, a atriz Thaís Vaz, que interpretou a Flávia na temporada passada de Malhação.

No momento, os planos de Thiago Rodrigues são outros. Tornar-se um ator respeitável é um deles. Para tanto, o mais novo aluno do Múltipla Escolha tem procurado fazer o dever de casa direitinho. Aos domingos, lê minuciosamente os capítulos da semana. De segunda a sábado, antes de sair de casa, ainda repassa os textos do dia. Além disso, ainda tem aulas particulares com a "coach" Andréa Cavalcante, que ensaia com ele as cenas mais difíceis. "No início, encontrei dificuldades por ser tudo novidade para mim. Mas, aos poucos, tudo está entrando nos eixos. Às vezes, me cobram uma atuação brilhante, mas ainda preciso de tempo para chegar lá", admite.

Nome: Thiago Corrêa Lima de Azevedo Rodrigues.

Nascimento: Em 1.º de setembro de 1980, no Rio de Janeiro.

Primeiro trabalho na tevê: A novela Começar de Novo, de Antônio Calmon. "Fiz o papel do Marcos Paulo quando jovem".

Atuação inesquecível: Jack Nicholson em O Iluminado. "Essa é inesquecível mesmo!".

Com quem gostaria de contracenar: "Osmar Prado, Marieta Severo, Pedro Cardoso… Ah, são tantos!".

A que gosta de assistir na tevê: A Grande Família. "Acho genial".

A que nunca assistiria: Programas de fofoca vespertinos. "A energia é mal-empregada".

O que falta na tevê: "Um programa que atinja a galera de 20 e poucos anos".

O que gostaria que fosse reprisado: "Tudo que tem qualidade é bom de ser reprisado".

Vídeo de cabeceira: Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick. "Gosto de tudo no filme, principalmente da trilha sonora".

Livro de cabeceira: Amor é Prosa, Sexo é Poesia, de Arnaldo Jabor. "Achei lindo e emocionante".

Vexame: "Ah, são tantos que não sei nem por onde começar…".

Medo: "De estrada".

Projeto: "Muitos. Alguns projetos de curtas-metragens e de teatro estão por vir".