Desde a abertura, no dia 30 de dezembro, com o Cidade Negra, mais de 30 mil pessoas passaram pelo Caribean Caiobá. No total foram 18 noites e 15 grandes shows dos mais variados ritmos. Muito rock com Detonautas, CPM22, Jota Quest e Capital Inicial, o reggae do Natiruts e casa lotada para ver a apresentação do Rappa, na semana passada. E para encerrar a temporada 2005, o Caribean Caiobá prepara uma Rave de Carnaval, no neste domingo, com a performance dos 3 principais DJs do País: Marky, Fabrício Peçanha e Rodrigo Paciornik.

Em sua quinta temporada o Caribean veio totalmente de cara nova. Com o slogan Espaço Tim Verão a casa disponibilizou sete bares, lounge, cyber café, espaço para jogos, telões e televisores. "Quisemos dar mais opções e ainda permitir que todos vejam o show independente de estarem ou não na frente do palco", explica Jiuliano Capristo, um dos responsáveis pelas modificações.

No evento de domingo a casa será transformada em duas grandes pistas para receber toda vibração que a música eletrônica merece. Os DJs estarão apresentando o melhor do techno, house e percussão, a partir das 24h até às 7 da manhã de segunda-feira. Destaque para o requisitado show de LP Rodrigo Paciornik e DJFabrício Peçanha. Grandes nomes paranaenses também estarão marcando presença. Edson Nunes, Paulo Pinheiro, Sachas, Rodrigo Carreira e Tuty prometem ferver as pistas do Caribean.

DJs

O DJ Marky é considerado hoje um dos maiores nomes do drum ?n? bass mundial. Nascido na Penha, zona leste de São Paulo, começou a tocar drum "n? bass em 1992, mas seu talento só foi descoberto em 1998 pelo DJ inglês Bryan Gee. Desde então é uma unanimidade nas pistas da terra da rainha. Convidado por Gee para se apresentar em Londres, Marky foi apresentado a alguns nomes proeminentes do d&b como Goldie, considerado o responsável pela popularização do estilo por lá. Em 1999 foi considerado DJ revelação pela crítica britânica, e passou a excursionar pelo mundo exibindo um estilo que impressiona pelo cuidado nas emendas e na escolha do repertório.

Fabrício Peçanha começou como DJ no Projeto Novos Talentos, na primeira versão do Club Fim de Século, em 1991, onde permaneceu tocando durante alguns meses, depois de muitas caronas em mesas de som alheias. Seu trabalho underground trouxe ótimos resultados, entre eles seu CD (Live at Fim de Século Club). Fabrício gravou o CD ao vivo no Fim de Século mostrando, inclusive, os gritos e delírios do público. Seu CD foi tão procurado que em menos de um mês teve a primeira edição esgotada. No segundo semestre de 1998 lançou o CD Technology.