Segundo longa de Claudio Marques e Mariana Hughes, A Cidade do Futuro se define como uma ficção baseada em fatos. Uma nova configuração familiar – dois rapazes e uma moça – se forma num ambiente sertanejo pouco propício a inovações, marcado pelo preconceito e pelo machismo. Ousado e necessário.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.