No próximo dia 21 de julho estreia do documentário do streaming HBO MAX, “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” e nesta quarta-feira (6), Glória Perez falou sobre a produção. A autora admitiu que ainda sofre ao ter que relembrar o assassinato da filha há 29 anos. “Dói demais reviver tudo, mas é necessário que se conte a história como ela aconteceu”, disse a autora que ainda assumiu ter aberto o seu arquivo dos autos do processo para a série.

“Abri a divulgação dos autos do processo porque confio que esse documentário não deixe mais espaço nenhum para as versões fantasiosas que os assassinos tentaram emplacar na imprensa, durante os anos que antecederam o júri. Júri condenou os dois por homicídio duplamente qualificado”, disse na legenda de uma publicação com o vídeo de divulgação da produção.

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Glória também mandou um comunicado para a apresentadora Sonia Abrão durante o programa ‘A Tarde é Sua”. “Os dois, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz [hoje, Paula Peixoto] foram condenados por homicídio duplamente qualificado e, na sentença, o juiz sublinhou a crueldade no cometimento do crime, a premeditação bem como a personalidade perversa de ambos”, completou a autora da próxima novela das 21h da Globo, “Travessia”.

Ela ressaltou que a preocupação da diretora Tatiana Issa foi se ater aos autos do processo e trazer a público o conteúdo desses documentos. “O que a série promete trazer de novo, e confio que traga, não é a versão nem a opinião de ninguém. São os autos do processo que condenaram os dois assassinos por homicídio duplamente qualificado”.

Relembre o caso

Daniella fazia sua terceira novela quando foi morta pelo ator Guilherme de Pádua, seu par romântico na trama, e a então mulher dele, Paula Thomaz. Os dois armaram uma emboscada para a atriz e a mataram com tesouradas, em 28 de dezembro de 1992, quando Daniella tinha 22 anos. A novela de “Corpo e Alma” era de Glória Perez.

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O crime chocou o Brasil, e Guilherme de Pádua e Paula Thomaz foram condenados por homicídio qualificado depois de cinco anos. O casal deveria cumprir a pena de 19 anos de prisão –que foi reduzida e extinta antes do previsto.

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