Autoridades da Rússia informaram hoje que Maria Alyokhina, 24, integrante da banda Pussy Riot, foi transferida para uma cela solitária, a pedido dela própria, por causa de briga com outras detentas.

Ela foi condenada a dois anos de prisão por vandalismo agravado por intolerância religiosa após cantar na catedral ortodoxa de Moscou. A banda cantou uma música que era um protesto contra o presidente Vladimir Putin, aumentando as suspeitas de que a prisão teve motivação política.

Segundo o serviço carcerário, as tensões entre Alyokhina e as presas subiu e ela pediu a transferência para evitar que a situação se agravasse. O órgão desmentiu informações da imprensa russa de que a mudança tenha sido causada por motivos religiosos.

Além de Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova, 30, está presa em uma prisão a mais de mil quilômetros de Moscou. A outra integrante processada do grupo, Yekaterina Samutsevich, foi colocada em liberdade condicional em outubro.