Jorge Antonio de Queiroz e Silva

Elvis Presley (1935-1977).

Vive-se o tempo em que se rememora os 30 anos de morte do norte-americano Elvis Presley, cantor de rock e ator de cinema. Lembro que no dia 16 de agosto de 1977, data de seu falecimento, estava no Rio de Janeiro, num restaurante na Rua Frei Caneca, ao lado de alguns amigos do curso de Arte Dramática. Ficamos entristecidos, Elvis marcou nossa geração.

Considerado o rei do rock-n?-roll, Presley surgiu na década de 50 e foi, sem dúvida, espelho para os grupos de músicas pop e rock contemporâneos.

Seu jeito agradava aos jovens. Os concertos e shows levavam a platéia ao histerismo. As apresentações eram uma mistura de desobediência, de barulho, de devaneio, de tristeza e de sensualidade.

Até o dia da sua morte, havia vendido 400 milhões de discos, quantia inédita na época. Músicas como Are you lonesome tonight?, In the Ghetto, Hound dog tiveram aceitação extraordinária. Prefiro Love me tender. Vejamos parte deste trabalho composto por Presley e Matson:

Me ame com ternura, me ame por muito tempo.

Leve-me ao seu coração, pois é lá que eu pertenço.

E nós nunca nos separaremos.

Participou de mais de 30 filmes, todos com sucesso de bilheteria. O filme Girl happy, produzido em 1965, com duração aproximada de 90 minutos, foi o primeiro assistido por mim, quando tinha nove anos de idade, ao lado da saudosa mamãe Geny. No enredo, Elvis interpreta o vocalista de um grupo de rock, que canta várias músicas e se apaixona pela personagem interpretada pela atriz Shelley Fabares. Aliás, a beleza física de Fabares é indiscutível.

Jorge Antonio de Queiroz e Silva é palestrante, pesquisador, historiador e professor. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.