Após ser bastante criticada nas redes sociais por ter escondido que contou com uma dublê de corpo em cena de nudez na novela Liberdade, Liberdade, Maitê Proença resolveu se defender. “Chamamos uma dublê para otimizar o tempo, não por pudores ou questão estética. Enquanto eu desempenhava, a perna dela seria caracterizada com o látex e todo o necessário às cicatrizes da personagem. Eu tinha 18 cenas para gravar naquele dia e a maquiagem demorava de duas a três horas. Então, o close da cicatriz foi com a dublê, para isso ela esteve disponível. E nada mais. É um procedimento corriqueiro”, contou ao jornal Folha de São Paulo. A atriz também aproveitou a entrevista para reclamar de sua dublê, que entregou a informação nas redes sociais. “Não se revelam segredos de bastidor, assim como o mágico não conta como faz o truque”.