Eles fizeram muito sucesso lá atrás e hoje em dia aproveitam para colher os frutos de tudo o que conquistaram. Comemorando mais de 25 anos de história, os mineiros do Skank se destacam por seguirem num caminho onde poucos nomes da música brasileira conseguiram se firmar e, em alguns momentos, parecem andar bem a frente com todo o sucesso. Agora, revivem o momento histórico dos três primeiros discos do grupo, que lhe renderam alguns de seus maiores hits.

Foto: Fabiano Guma/Divulgação.
Foto: Fabiano Guma/Divulgação.

No último sábado (29), a banda se apresentou em Curitiba com a turnê Os Três Primeiros, que faz jus à ideia do grupo, que surgiu depois de reviverem, numa tour passada, o disco Samba Poconé, terceiro lançado pelo grupo. O novo show, que virou um DVD gravado no Circo Voador, no Rio de Janeiro, revive os momentos mais marcantes da banda, juntando o terceiro álbum ao primeiro (Skank) e ao segundo (Calango), com hits como Tanto, Jackie Tequila, Partida de Futebol, Garota Nacional, Tão Seu, Pacato Cidadão e muitas outras músicas.

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Além do show, os mineiros reformularam músicas dos três primeiros discos e relançaram, nas plataformas digitais, em três ‘novos’ materiais. À Tribuna do Paraná, Henrique Portugal, o tecladista, disse que agora, em outubro, a banda deve lançar um disco físico para os fãs que gostam de colecionar. “O terceiro disco está saindo e o DVD deve vir ainda neste mês”, comentou, sem revelar a data.

A escolha dos três discos se deu pela sintonia que eles possuem e também, claro, pela representatividade. “Os três discos têm uma referência musical parecida, a gente usava muito a música jamaicana, o que traz uma coerência ao trabalho. Além disso, também queremos mostrar às novas gerações, que conheceram músicas mais recentes, que o início do Skank era diferente, mas era legal, então a gente vê o encontro de gerações nesse lançamento que estamos fazendo”, destacou Henrique. Veja a entrevista completa:

Foto: Fabiano Guma/Divulgação.
Foto: Fabiano Guma/Divulgação.

Show esgotado

Com ingressos esgotados, o grupo foi recebido com tamanha energia, que o show mais parecia uma festa. Em meio aos fãs mais adultos, havia muitos jovens, o que reforça a teoria de que o Skank foi avançando as gerações. Samuel Rosa disse que, mesmo há tanto tempo na estrada, a alegria é a mesma. “Depois de tanto tempo tem a mesma relevância do que 25 anos atrrás, a gente fica realizado, feliz pra caramba, porque é sempre uma troca muito incrível”, comentou o vocalista.

A todo o momento, e também no camarim, à Tribuna, Samuel revelou que gosta de estar em Curitiba. “Sempre fazer show em Curitiba, no Teatro Positivo, é muito bom. A sinergia da banda com o público é muito grande. Pra gente, é um show de comemoração, estamos jogando luz no comecinho do Skank, então é bacana porque presenteamos a geração que cresceu ouvindo o Skank e também as novas gerações, que cresceram ouvindo as músicas mais recentes”.

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