O Paraná teve reduzida a área de risco sanitário depois da novela originada pelos focos de febre aftosa identificados nos municípios de Amaporã, Loanda, Grandes Rios e Maringá.

A providência foi anunciada pelo Ministério da Agricultura, mediante instrução normativa, restringindo a área de risco a 10 quilômetros em torno das quatro propriedades infectadas, reconhecendo as medidas prontamente adotadas pelo governo estadual para evitar a disseminação da doença bovina.

A redução da área de risco de contaminação permite a autorização da saída de carne ?in natura? e produtos derivados para o comércio interestadual, com a comprovação do tratamento apropriado para inativar o vírus da aftosa.

Desde o anúncio da doença numa propriedade localizada no município de Eldorado do Sul, no Mato Grosso do Sul, também amparado pela instrução ministerial, o Paraná passou a sofrer enorme prejuízo com a retração brutal das vendas de carne e produtos industrializados para o exterior e outros estados.

Segundo o secretário da Agricultura, Orlando Pessuti, este foi o passo inicial da retomada da normalidade absoluta no campo sanitário animal e da liberação da carne produzida no Paraná para o mercado comprador. A pecuária agradece.