Dos 30.012 postos de abastecimento de combustíveis cadastrados na Agência Nacional do Petróleo (ANP) até o ano passado, 180 podem ser fechados pelo órgão regulador por estarem sendo operados direta ou indiretamente pelas distribuidoras, o que contraria as normas sobre este segmento da economia, cuja receita líquida alcança R$ 130 bilhões.

Portarias da ANP e do Ministério de Minas e Energia proíbem tal prática, para impedir a verticalização de atividades conexas, como a distribuição e a revenda, a fim de evitar problemas para a ordem econômica, como exercício abusivo do poder de mercado, diminuição da concorrência entre as marcas e discriminação de preços.